

A estimativa do Inca é de que em 2016 sejam registrados cerca de 57 mil novos casos a cada 100 mil mulheres em todo o país. E há também um aumento de casos entre mulheres jovens.
A evolução da sociedade moderna provocou grandes mudanças no estilo de vida das pessoas, o que promoveu repercussões no ciclo hormonal feminino, tais como: primeira menstruação precoce, menor número de gestações, gravidez tardia, menor tempo de amamentação e menopausa precoce. Esses fatores levam a mulher a uma exposição mais longa a hormônios femininos, aumentando o risco de desenvolver o câncer de mama.
A melhor forma de combater essa ameaça à mulher é a prevenção, que requer as seguintes mudanças de hábitos:
Ter uma alimentação adequada;
Praticar exercícios físicos regularmente;
Controlar o peso corporal;
Diminuir a carga de estresse;
Não fumar e evitar a ingestão de álcool.
O câncer de mama pode ser diagnosticado precocemente e as estratégias para a sua detecção são fundamentalmente três:
Inspeção das mamas realizada pela própria mulher;
Exame clínico das mamas realizado anualmente por um profissional da saúde;
Exame mamográfico que, idealmente, toda mulher com idade entre 50 e 69 anos deve realizar anualmente.
Fontes: SC Saúde e Instituto Nacional de Câncer (INCA)